terça-feira, 26 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

3º ADORAÇÃO E LOUVOR - A MOVEC ESTAVA LÁ!!

Ontem (22/04/11) na AD Vila Augusta (Guarulhos-SP) foi realizado em cooperação com a juventude local, o 3º Adoração e Louvor, com o tema: O MUNDO É REFLEXO DE NOSSAS AÇÕES, baseado no texto bíblico de Rm. 12:2. Na pregação e exposição bíblica esteve presente o Pr. Welington Dias, que usado por Deus, salientou  a necessidade de fazermos a "diferença no meio dos iguais".

Aproximadamente 300 pessoas entre jovens e adolescentes participaram do evento. 


Com louvores inspirados por Deus o grupo "adoração e louvor" na direção dos jovens Rafael Dias, Robson Cavalcante e Elaine, mostraram que não existem limites para adorarmos ao Senhor Jesus.  

Vale destacar, outrossim, a considerada participação dos nossos jovens da MOVEC que abrilhantaram esse movimento evangelístico.

 Obreiros que apoiaram o evento

Graças a Deus por tudo que aconteceu, principalmente, pela salvação do jovem Emanuel que se reconciliou com o Senhor.




Músicos do grupo adoração e louvor

Pb. Adriano, Dc. Edivaldo, Pr. Welington Dias, André Chaves e Pr. Denilson

E Aguardem!! em breve o anuncio do 4º adoração e louvor. Participem e orem por esse Movimento Jovem.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Cativo ou Abençoador?


Cativo ou Abençoador?
Um dia ela disse à sua senhora: “Se o meu senhor procurasse o profeta que está em Samaria, ele o curaria da lepra.
Essa é uma passagem bem conhecida do livro de 2 Reis, capitulo 5, que nos traz uma linda reflexão: a postura da menina cativa. Imaginem se nós estivéssemos na mesma situação. Se fôssemos tirados de nossa terra, afastados de nossas famílias, ainda sim serviríamos pacificamente como escravo ao que consideraríamos nosso “algoz”? Hoje, pode até parecer impossível e é, mas nos coloquemos no lugar dela, o que faríamos? Trabalharíamos emburrados? Faríamos tudo de qualquer jeito? Ou melhor, iríamos detestar nosso senhor a quem fomos obrigados a servir?
O que vemos nessa simples passagem é uma menina solidária, que vendo a situação do seu senhor, leproso, lembrou-se do homem de Deus e o “direcionou” ao caminho da cura. Naamã sequer esperava que toda a transformação havia de ser de dentro para fora. Antes de ser curado da lepra, ele teve que esquecer o status que tinha como comandante e se sujeitar às orientações do homem de Deus, lavando-se no Jordão. Ele teve que ser obediente mesmo considerando-se uma autoridade, então, mergulhou sete vezes no rio Jordão e foi purificado.
Que maravilha! Uma menina cativa não teve seus ensinamentos corrompidos e ali, foi instrumento de Deus para abençoar a vida do seu senhor. E depois, Naamã, acostumado a ordenar seu exército se colocou como o ordenado. Relutou, mas prosseguiu seguindo as orientações de Eliseu para ser curado. Vemos que ele não foi atendido prontamente sem antes passar por um “aprendizado”. Precisamos de cura, de provisão, de tantas coisas e Deus está pronto a nos ouvir e nos socorrer, mas antes temos que ouví-Lo, saber o que Ele deseja de nós.
Deus só deseja agir como um verdadeiro Pai para nós, ser nosso amigo verdadeiro, protetor. Temos que ouvir quando Ele nos pede que sejamos mais pacientes com o cumprimento de suas promessas, com aquela bênção que Ele já garantiu ser nossa. Você pode lembrar dessas promessas agora? Que bom! Então, se tudo o que o Senhor prometeu foi trazido à sua memória, creia um pouco mais, espere um pouco mais, de repente eu, você, ainda não passamos nem do 3º ou 4º mergulho, temos que seguir em frente, pois a vitória em breve chegará. Por amor temos que passar por cima do nosso orgulho, como Naamã. Se for preciso, mergulharemos sim num rio tão sujo quanto o Jordão para renunciarmos a nossa vontade e obedecer a vontade do Pai... Mas isso não vai “adiantar” ou “apressar” aquilo que Deus tem preparado para nós, mesmo porque, tudo é feito no tempo determinado por Ele, mas, não há nada melhor do que estar na presença do Senhor, obedecendo a Sua vontade!

::Por Giane S. Santos
gssantos.sp@gmail.com
Membro e Integrante do Ministério de Louvor da Igreja Beréia em São Paulo/SP. (retirado do portal lagoinha)

terça-feira, 22 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

SBB

Curso de Capelania Hospitalar 


Dos dias 21 a 24 de abril, acontecerá na capital paulista o curso de Capelania Hospitalar Nível 1. Promovido pela Associação de Capelania Evangélica Hospitalar (ACEH), o módulo terá aulas no anfiteatro do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Os interessados em participar devem se inscrever até 15 de abril, pelo sitewww.capelania.com ou por meio das capelanias parceiras locais. O valor de investimento é R$ 280,00. Após o curso, será feita seleção para o treinamento prático. Mais informações podem ser obtidas pelo tel. (11) 2507-9294 ou no capelaniaevangelica@gmail.com.

Data: 21 a 24 de abril de 2011
Local: Anfiteatro do Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Endereço: Av. Dr. Arnaldo, 165, Cerqueira César, São Paulo (SP). Valor: R$ 280 (até 15/04) e R$ 300 (após 15 de abril)
Depósito: Bradesco - Ag. 0368-9 e C/C. 96768-8

EVANGÉLICOS SERÃO 57,4 MILHÕES NO BRASIL

Projeção é feita por missionário da Sepal para 2011


Missionário da SEPAL fez a projeção da população evangélica de 57,4 milhões para este ano de 2011 e 109,3 milhões para 2020, e diz que as razões para o grande crescimento não se trata de avivamento.
Luis André Bruneto, um dos pesquisadores da SEPAL, Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes que realiza estudos teológicos, falou ao The Christian Post sobre as projeções da população evangélica para os próximos anos e as possíveis razões que explicam fenômeno do rápido crescimento da população evangélica no Brasil.

A SEPAL realizou um estudo ano passado, baseado nos dados do Censo do IBGE de 2000 e da pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em março de 2007, encontrando que em 2020 a população evangélica representará mais de 50% da população brasileira.

“Projetamos uma porcentagem de cerca de 52,2% da população evangélica em 2020, ou seja, aproximadamente 109,3 milhões de evangélicos para uma população de 209,3 milhões,” afirmou Luis. A projeção baseia-se na taxa de crescimento obtida entre os anos de 1990 e 2000 e na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos. A confiabilidade dos dados é de 95%, afirmou Luis.
Segundo ele, seguindo essa taxa de crescimento anual de 7,42%,, ele informou que para o ano de 2011, chegaremos a 57,4 milhões de evangélicos. A revista ÉPOCA também divulgou no ano de 2010 estudos sobre o crescimento da população evangélica, avaliando que os evangélicos influenciariam em todas as esferas da vida brasileira. Para teólogos e antropólogos ouvidos por ÉPOCA, a população evangélica, a partir do crescimento numérico, contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos. Na opinião do pesquisador da SEPAL, o fenômeno do grande crescimento não se trata de avivamento. Ele acredita que o avivamento se reflete, “na conversão em massa das pessoas, mas também em profundas mudanças no pensamento da sociedade, direcionada pela influência dos cristãos redimidos.” “Se tomarmos essas duas linhas de pensamento, não está acontecendo um avivamento no Brasil,” afirmou. Alguns motivos que o pesquisador lista são, “o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média.” Na região nordeste do Brasil, onde se constatou menor presença de evangélicos, o estudioso explicou os fatores de acordo com o tipo de região que ele menciona de “dois tipos de nordeste.” O tipo “A,” diz ele, com belas praias, grandes cidades, onde os evangélicos possuem um crescimento abaixo do restante do país, mas aceitável. E o outro, ele chama de tipo “B,” que é o nordeste do sertão, onde os evangélicos raramente passam de 1%. Como fatores do baixo índice ele cita três razões. A “primeira é a forte raiz católica romana da população, ampliada pela religiosidade sincrética mística.” Um exemplo disso é a forte adoração à ídolos católicos como padre Cícero e frei Damião, que ainda não foram canonizados pelo Vaticano.

A segunda razão se deve à dificuldade de evangelizar as cidades do interior do nordeste. “Boa parte do sertão não possui estradas asfaltadas e os meios de comunicação são precários, explicou. A terceira razão é a falta de interesse da Igreja em evangelizar esse povo carente. “Na verdade, a razão para isso é que o retorno financeiro dentro dessa realidade é mínimo, e assim, a missão não consegue se auto sustentar nem mesmo a longo prazo.” Apesar dessas estimativas ele alerta que é necessário pensar além dos números.

Ele questiona, “O que muda na sociedade com tanta gente nas Igrejas?”

A questão do nominalismo na opinião do pesquisador deve avançar, citando um exemplo em que a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem cerca de 80,4% de evangélicos e a sua cidade vizinha Alto Alegre, a 20 km de distância, tem apenas 0,28% de evangélicos. “A mais evangelizada ao lado de uma das cidades menos evangelizadas do país.” Luis também pergunta, “será que a vida num país de maioria protestante pode mudar?” Segundo ele, a resposta para essa pergunta depende de como a liderança se comportará daqui para frente. Para ele, o Brasil possui hoje uma liderança “despreparada em sua maioria e maioria e carente de direção na teologia, eclesiologia e missiologia.” Ele expressa também algumas preocupações com relação ao crescimento da população evangélica, como por exemplo crescimento econômico que atrairá líderes materialistas. “A classe média deve dobrar nos próximos anos isso, “atraindo gente com o “olho gordo” nessa fatia da população, ou seja, líderes materialistas com forte vocação para a teologia da prosperidade.” Além disso, ele cita que há a “superficialidade da vida do povo brasileiro.” “Vemos isso presente no meio evangélico brasileiro e deve continuar assim pelos próximos anos, acelerando a dualidade entre ‘vida religiosa’ e ‘vida secular,’ que já existe hoje.” “A religião é um suspiro da criatura oprimida, a alma de um mundo desalmado, assim como é o espírito de uma situação carente de espírito. É o ópio do povo. Ou seja, qualquer impulso humano gerado por uma insatisfação de nível político, econômico ou social pode ser desviada para objetos religiosos.” Luis, mencionou também “o egoísmo e o individualismo presente nesses dias, externando também na vida religiosa.” “Muito embora, parte do povo evangélico se preocupa com o próximo, uma outra parte, e poderíamos afirmar a maioria, se preocupa apenas com o seu bem-estar.”

Entretanto, ele acredita positivamente na transformação da sociedade brasileira e urge para que haja “uma instituição forte que represente os evangélicos, em sua maioria, “que grite alto pelos interesses pautados na Palavra de Deus.”
“Precisamos de fato orarmos ao Senhor dos céus para que essa transformação da nação brasileira possa ser genuína de acordo com os moldes apresentados no Evangelho de Cristo.” Os estudiosos da SEPAL aguardam a divulgação do próximo censo, o de 2010, para obterem condições reais para verificar as estimativas quanto aos evangélicos e a população brasileira. Eles planejam após isso fazer o mapa evangelístico do país baseado nos novos dados e compará-los com os anteriores.

Data: 18/2/2011 01:26:38
Fonte: Christian Post/Creio

domingo, 27 de fevereiro de 2011

AMIZADE DO MUNDO É INIMIZADE CONTRA DEUS?



                                               SIM! DESCUBRA O PORQUÊ...


A "amizade" do mundo é adultério espiritual e infidelidade a
Deus e ao nosso compromisso de dedicação a ele.
Significa acatar os pecados, os valores e os prazeres do mundo.
Deus não aceita semelhante amizade porque é Deus zeloso.
No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos.
Não devem pertencer ao mundo, se conformar com o mundo, amá-lo.
Mas devem vencê-lo, odiar a iniquidade, morrer para ele e serem libertos totalmente.


Amar o mundo corrompe nossa comunhão com Deus e leva-nos à destruição espiritual.
É impossível amar o mundo e ao pai ao mesmo tempo.
Amar o mundo significa estar em estreita comunhão com ele
e dedicar-se  aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres.
Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a Deus e que se opõe a ele.


De acordo com 1 João 2-16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a Deus:


1ª- "A concupiscência da carne"- que abriga os desejos impuros e a busca
de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual;




2ª-"A concupiscência dos olhos"- que se refere à cobiça e/ou desejo
descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidos por Deus,
inclusive o desejo de olhar para o que dá prazer pecaminoso;


3ª-"A soberba da vida"- que significa o espírito de arrogância, de orgulho
e de independência, isto é, de auto-suficiência, que não reconhece Deus como autoridade suprema.
Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, alegando não depender de ninguém.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Boletim da Movec

Em Mt 9:16-17 diz: “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.” Só se recebe algo novo, quando se deixa o velho pra trás! É engraçado como as experiências antigas, marcas do passado muitas vezes nos prendem naquilo que foi trazido com elas, e nos impedem de recebermos algo novo de Deus e isso se aplica a todas as áreas da nossa vida. Mas é preciso saber viver! E viver algo novo precisa de um esforço para entregar o velho. Muitas vezes sair da zona de conforto e praticar a verdade. E Jesus é a verdade, a novidade e se alguém está nEle, é NOVA criatura, as coisas antigas já passaram e TUDO se fez novo. Mas por que insistimos em viver do jeito velho, mesmo estando em Cristo? Quando se fala em algo novo, o que permeia a entrega, é o medo. Medo de enfrentar o novo, porque as vezes é ruim, é chato, é incerto, dói, faz a gente sair da zona de conforto, e tudo que traz mudança, pode gerar desconforto, porém o caminho novo, nos leva pra mais perto de Deus, mais perto da vontade dEle pra nós, e nos faz crescer e viver para aquilo que fomos feitos. Tenho visto nesses anos que o comodismo de certa forma tem se tornado um pecado coletivo da igreja atual e o diabo tem investido em acomodar os crentes para que não vivam a novidade em Jesus! É muito sério isso. As vezes nos apegamos a falsos ídolos, que nos fazem perder tempo em discussões inúteis ao invés de viver a simplicidade do evangelho. Chegou o TEMPO DE VIVER COISAS NOVAS EM DEUS! Chegou o tempo de deixar a religiosidade pra trás, e viver a vontade de Deus. “E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” Ap 21:5 Coordenação Movec